PROJETO E.T.E

A Empresa de Refrigerantes Coroa mantém a Estação de Tratamento de Efluentes, pois acredita que a água é muito mais que matéria prima, é um direito de todos.

O PROJETO

O PROJETO

A água pode ser usada pela indústria de diversas maneiras: na incorporação ao produto, lavagens de máquinas, tubulações e pisos, nos sistemas de resfriamento etc. Para proporcionar uma destinação correta aos resíduos líquidos que resultam desse processo industrial, a Empresa de Refrigerantes Coroa investiu R$ 2 milhões na construção de uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE).

A estação trata o efluente industrial gerado na produção, removendo mais de 95% dos contaminantes. Os índices da Coroa estão acima da média exigida pelos órgãos ambientais, garantindo qualidade à água que retorna ao Córrego do Gordo, um dos córregos que alimenta a bacia do Rio Jucu.

PROCESSO DE TRATAMENTO

A tecnologia presente em nosso sistema de tratamento permite a recuperação e descontaminação da água, fazendo com que esse precioso recurso natural possa voltar para a natureza sem agredir o meio ambiente. Conheça o passo a passo de todas as etapas desse processo.

Passe o mouse por cima dos números e descubra os detalhes de cada fase de todo o sistema de purificação da água:

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1 - EFLUENTE BRUTO

Efluente bruto são os resíduos líquidos gerados pela produção industrial.

1.1 - GRADEAMENTO

O Gradeamento ocorre para retirar grandes e pequenos sólidos. É importante que os sólidos sejam retirados nessa fase para proteger as demais etapas de tratamento, as bombas e as tubulações. As grades impedem a passagem de pedaços de madeira, plásticos e papeis, por exemplo.

1.2 - CAIXA DE AREIA

Retém os sólidos menores que passam pelo gradeamento.

1.3 - ELEVATÓRIA

O poço de elevatória ou poço de recalque é um tanque com bombas e válvulas que permitem que as diferenças de topografia do terreno sejam ultrapassadas para continuidade do processo.

2 - TANQUE DE ACÚMULO

Funciona como um “depósito”. Ele tem a finalidade de acumular o efluente para o controle da capacidade de tratamento do sistema e mantê-lo em funcionamento constante, mesmo em dias sem geração de efluentes.

3 - EQUALIZADORES

Tem como função padronizar o efluente com a capacidade de tratamento do sistema biológico. Através de análises de Demanda Química de Oxigênio (DQO), determina-se uma vazão constante de carga orgânica.

4 - REATOR ANAERÓBIO

Neste tanque, existe um sistema biológico com capacidade de transformar matéria orgânica em gás carbônico e metano, através do metabolismo das bactérias presentes no sistema. O biogás é coletado, queimado para a redução de seus impactos na atmosfera. A capacidade do reator é de 300m³. O tanque de recirculação auxilia no controle do sistema biológico existente para a manutenção dos microrganismos.

5 - REATORES AERÓBIOS “LODO ATIVADO”

O efluente passa pelo reator, onde ocorre a remoção de matéria orgânica. Nele, microrganismos degradam as substâncias orgânicas, que são assimiladas como “alimento” e fonte de energia, mediante processos oxidativos.
Esse processo aeróbio proporciona um aumento nas taxas de remoção da matéria orgânica dos efluentes.

6 - DECANTADOR

Processo de sedimentação dos sólidos (biomassa).

6 - DECANTADOR

Processo de sedimentação dos sólidos (biomassa).

7 - SISTEMA FÍSICO QUÍMICO

Consiste na remoção de sólidos em suspensão através de adição de produtos químicos seguindo o seguinte processo:
1- O efluente recebe dosagens sob forte agitação de coagulantes (cal hidratada) com a função de “juntar” as partículas;
2- O efluente recebe dosagens de polímeros (PAC cloreto de alumínio), sob agitação lenta, proporcionando que as partículas sólidas suspensas se aglutinem em flocos maiores, facilitando a decantação;
3- Com os flocos formados, o efluente passa por um decantador lentamente, as partículas decantam, o efluente sai clarificado e dentro dos padrões para lançamento em corpo hídrico.

8 - CALHA PARSHALL

Responsável pelo escoamento.

9 - CALHA PARSHALL

Responsável pelo escoamento.

O PROJETO